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Impeachment: Má fé ou "vale grana"

  • ufrgsmundi
  • 6 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Escândalos, xingamentos e golpe não


Escândalo de propina entre os Senadores de direita envolvendo cargos do ministério e uma quantia de 500.000 reias, presença da Presidenta, Vice Presidente e Juíza para sua defesa e devidas questões e coletiva de imprensa onde foram questionados certos argumentos e posições, marcaram as ultimas sessões sobre o impeachment presidência

Senadores republicanos no plenário, visando compra de votos, investem em esquemas de suborno em aliança partidária caso o impeachment fosse aprovado, polarizando ainda mais o caráter da assembleia. O fundamento do processo, segundo senadores republicanos, se deu por conta de um discurso qualificado como de "má fé" vinda da atual presidenta, discurso esse que vai em contra o discurso anterior, que afirma que o processo de impeachment teve início a partir de supostas "pedalas fiscais" cometida pela presidenta, pedaladas essas que foram comprovadas que não são consideradas crime.

O processo de impeachment chegou ao final com um total de 13 votos a favor e 8 votos contra, entretanto, não comparecendo 14 senadores de maioria qualificada para a votação, o impeachment não passou, o golpe não foi aprovado e Dilma Rousseff continua sendo Presidenta da República federativa do Brasil.





Golpe não!!

Marina Brum e Paula huf

Carta Capital e Estadão








 
 
 

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