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Embate de interesses entre as delegações dos Países Baixos e da Coreia do Sul

  • ufrgsmundi
  • 10 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

Por Luís Gustavo Lauermann Hartmann

BBC


Na terceira sessão do Conselho de Direitos Humanos, Ana Silveira, delegada dos Países Baixos, questionou as delegações da Coreia do Sul e de Cuba sobre a justeza da proposta apresentada, que visava a criação de um fundo internacional de auxílio financeiro a grávidas de baixa renda. De acordo com a delegação dos Países Baixos, não haveria compensação pela ajuda financeira. “Colocamos nossos valores para a sociedade em primeiro lugar”, mas “mesmo que os Países Baixos defendam fortemente a proteção dos Direitos Humanos, precisamos ver retorno em nosso território”, disse a representante em uma entrevista.


Delegado se decepciona

A ideia desenvolvida pela maioria dos delegados envolve um rodízio, explica o delegado da Coreia do Sul, Caique Duarte. O rodízio funcionaria da seguinte forma: a cada ano, 5 países seriam selecionados como contribuintes do fundo. Sobre a contraproposta da delegada dos Países Baixos, o representante coreano falou: “Eu apresentei uma proposta que consegue conciliar os países conservadores e mais progressistas, sem ferir nenhuma moral religiosa, cultural.” Para o delegado da Coreia do Sul, o debate sobre esse tipo de assunto perde o sentido quando se fala em ter alguma vantagem. “A proposta é uma vantagem pra todos”, afirmou.


Uma forma de recompensa

Para resolver esse problema, a delegada da China, Victória Camargo, a delegada de Cuba, Rafaela Kuhn; e a das Filipinas, Manuela Pezzi, propuseram uma maior abertura comercial aos países contribuintes do fundo. A proposta parece ter encorajado outros países a concordarem com o projeto.


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