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Em sessão sobre feminicídio, Filipinas diz agir só após vítimas serem mortas

  • ufrgsmundi
  • 6 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Em uma discussão sobre feminicídio no Conselho de Direitos Humanos (CDH), a delegada de Cuba indagou as condições que mulheres que sofrem violência doméstica têm de comprar armamento sem seus parceiros ficarem sabendo. A resposta pareceu clara para o delegado de Filipinas, que declarou retirar as armas de fogo de cidadãos após eles praticarem feminicídio e outras formas de violência.

A declaração foi repudiada pela delegada do Chile, que alegou "depois do feminicídio a mulher já está morta" e pediu para serem pensadas "medidas para impedir isso de acontecer". A sugestão dada pela delegada de Cuba foi a criação de testes psicológicos para pessoas que pretendem adquirir armas com o objetivo de evitar ataques e suicídios.

O comitê também comentou a questão dos tiroteios em escolas, em que a delegada do Reino Unido propôs treinamentos similares aos de incêndio focados em ataques armados para que os estudantes e professores consigam se defender. Além disso, a representante do México pediu um maior controle de fronteiras para diminuir o tráfico de armas.


Valentina Einsfeld

The New York Times


 
 
 

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