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Em sessão dos Direitos Humanos, Paquistão defende posse de armas por professores em escolas

  • ufrgsmundi
  • 5 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Na primeira sessão do Comitê de Direitos Humanos (CDH), a delegada do Paquistão defendeu a posse de armas por professores em escolas públicas. Ela citou o ataque terrorista que ocorreu em 2014, na cidade de Peshawar, pelo grupo Talibã que resultou na morte de 141 pessoas. Afirmou que o resultado desse ataque foi a facilitação do acesso a armas de fogo, inclusive por professores, que se dizem mais seguros ao irem armados ao trabalho.

Em outro momento, a delegada iniciou uma discussão sobre feminicídio, afirmando que a propriedade de armas pelas mulheres que vivem relacionamentos com parceiros armados diminuiria a taxa de mortalidade e garantiria a segurança das mesmas. O debate ainda envolveu o delegado do Fiji, que apoiou o Paquistão, e as delegadas do Reino Unido e Estados Unidos, que se opuseram.

Ainda na primeira sessão, houve uma longa conversa sobre suicídio, problema que afeta todos os países presentes. Enquanto alguns delegados afirmaram que diminuindo a circulação de armas de fogo a taxa de suicídio também cairia, outros não enxergaram a relação entre as duas, dizendo que há diversas outras maneiras de uma pessoa se matar.


Valentina Einsfeld e Giovana Cossul

The New York Times

 
 
 

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