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Diamantes de Sangue para Minérios de Sangue?

  • tiagocrodrigues19
  • 16 de out. de 2022
  • 1 min de leitura

Rafael Tresoldi Maia

Agência Lusa


No dia de hoje (15/10/2022), na segunda sessão do debate do comitê Assembleia Geral das Nações Unidas, onde se discutia os diversos poréns da mineração. Principalmente pela delegação da África do Sul precede uma documento de trabalho, que propunha retificar as adaptações no protocolo de Kimberley, tais elas que sugere aumentar a quantidade de classificações de minérios, verificação dos minérios e gemas feitas exclusivamente pela ONU, minérios que foram confiscados não terem retorno ao mercado e a mudança da nomenclatura de Diamantes de Sangue para MInérios de Sangue, a tal ainda não foi aceita, porém a primeira a ser redigida.


O debate não decorreu somente disso, onde houveram discussões sobre os direitos dos indígenas com terra em áreas de mineração. Segundo Austrália, "Uma área indígena, sempre é uma área indígena”, onde a tal delegação propõe uma negociação com indígenas com áreas ricas em minérios, onde seriam trocadas com valores monetários, juntamente a esse argumento China rebate dizendo que isso poderia causar desavenças e talvez até mortes. Logo mais Rússia e Guiana tomam um posicionamento semelhante ao da China.

Delegações discutiam sobre condições trabalhistas dos empregados de mineradoras. As tais por serem precárias fez com que a delegada da Botswana sugerisse suas empresas como exemplo a ser seguido, pois condições são mais convenientes, afirma a delegada. As condições precárias de trabalho introduziu uma possível solução vindo da delegação da França, onde 25% dos lucros das grandes empresas de mineração fossem distribuídos aos trabalhadores, dessa forma o salário aumentaria. A Delegação da Índia rebate o argumento, afirmando que isso não proverá o suficiente, então alega que atribuir melhora nas condições trabalhistas seria mais eficaz.

 
 
 

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