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Controvérsias na RDC

  • valbressan
  • 10 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

Tratado de fiscalização foi aprovado pelo Comitê

Por Ana Júlia Silveira Couto

All Africa


Na manhã de domingo (10), delegados do Comitê de Defesa, Segurança e Proteção da União Africana (DPS-UA) se surpreenderam com as denúncias feitas contra a Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO), nelas incluem abuso de violência contra civis, uso excessivo de força, coação e abuso sexual.

Junto com essas notícias, o Delegado da República Democrática do Congo (RDC) se mostrou favorável a MONUSCO, afirmando que se a minoria tivesse que pagar - com abusos - para garantir a instabilidade do país, isso deveria ser feito.


Alguns posicionamentos ganharam destaque: Egito ameaçou cortar laços com esse projeto por não aceitar mais apoiar a MONUSCO. Saara Ocidental afirmou que seria difícil confiar de novo em uma instituição conhecida por essas denúncias. Sudão do Sul defendeu a MONUSCO, afirmando que eles deveriam ter oportunidade de defesa.


Os Países que se prontificaram a apoiar a MONUSCO:: República do Mali, República do Sudão do Sul, República Democrática do Congo, Saara Ocidental, República do Burundi. Alguns países se prontificaram a prestar assistência à RDC com a fiscalização da atuação da MONUSCO em território congolês: República do Sudão do Sul, República da Nigéria, República de Burundi.


Com muita discussão e opiniões, os delegados e delegadas criaram o “Tratado da MONUSCO” com fim de criar uma fiscalização sobre os atos de que essa instituição está sendo acusada, trazendo assim, a proteção dos civis da RDC.


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