Consórcio de empresas de mineração se posiciona contra extensão do processo Kimberley na AGNU
Agência Lusa
Em debate que está ocorrendo na Assembleia Geral das Nações Unidas desde ontem, uma das delegações estava defendendo o direcionamento dos lucros para ressarcimento dos trabalhadores por insalubridade e extensão do processo Kimberley.
Um consórcio de empresas de mineração se declarou contra essas propostas, afirmando que é responsabilidade de cada país e que o processo Kimberley não tem jurisdição para agir em outras mercados de pedras preciosas, apenas sobre diamantes. Além disso, outras empresas não têm suporte legal e econômico para seguir os protocolos.
Leia na integra a nota enviada a imprensa
Bom dia
Nós ,do consórcio de empresas de mineração, nos posicionamos contra as propostas que estão sendo debatidas na Assembleia Geral das Nações Unidas sobre diamantes e outras pedras preciosas. Uma delegações quer sugerir repartições do lucro e extensão do processo Kimberley para outras pedras preciosas para além dos diamantes.
É de extrema ingenuidade acreditar que o cobre e o diamante possuem a mesma importância e seguem as mesmas regras no mercado internacional. Isso é uma direção clara a catástrofe generalizada. Entrarem com ações na justiça e faremos pressão para que tais propostas não sejam aprovadas.
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