Consórcio de empresas de mineração se posiciona contra extensão do processo Kimberley na AGNU
- nicolebiancardi1
- 16 de out. de 2022
- 1 min de leitura
Agência Lusa
Em debate que está ocorrendo na Assembleia Geral das Nações Unidas desde ontem, uma das delegações estava defendendo o direcionamento dos lucros para ressarcimento dos trabalhadores por insalubridade e extensão do processo Kimberley.
Um consórcio de empresas de mineração se declarou contra essas propostas, afirmando que é responsabilidade de cada país e que o processo Kimberley não tem jurisdição para agir em outras mercados de pedras preciosas, apenas sobre diamantes. Além disso, outras empresas não têm suporte legal e econômico para seguir os protocolos.
Leia na integra a nota enviada a imprensa
Bom dia
Nós ,do consórcio de empresas de mineração, nos posicionamos contra as propostas que estão sendo debatidas na Assembleia Geral das Nações Unidas sobre diamantes e outras pedras preciosas. Uma delegações quer sugerir repartições do lucro e extensão do processo Kimberley para outras pedras preciosas para além dos diamantes.
É de extrema ingenuidade acreditar que o cobre e o diamante possuem a mesma importância e seguem as mesmas regras no mercado internacional. Isso é uma direção clara a catástrofe generalizada. Entrarem com ações na justiça e faremos pressão para que tais propostas não sejam aprovadas.
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