Comitê dos Direitos Humanos busca meios eficazes para a resolução
- nicolebiancardi1
- 17 de out. de 2022
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Por Manoela Morari Hansen e Rayssa Rodrigues da Silva, The Washington Post
O 2º dia de debates no Conselho de Direitos Humanos (CDH) foi marcado pela continuação da discussão do dia anterior, necessitando do direcionamento de cientistas, juntamente com a Agência de Comunicações para que o enfoque do comitê saísse de alistamentos militares voluntário e obrigatório e retornasse para a resolução dos tópicos da agenda.
Ao todo, até o momento da publicação, o comitê já aprovou cerca de sete documentos de trabalho e um acordo multilateral entre quatro países, sendo estes: Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido e Ucrânia.
Durante a manhã do dia 16 de outubro, os países debateram acerca da idade mínima para os alistamentos, determinada em dezoito anos para contribuição voluntária e o recrutamento obrigatório sob determinação do país correspondente – tudo isso após dois cientistas adentrarem a casa e falarem que “maioridade é algo biológico e não cultural, e que se opunham fortemente ao que estava sendo proferido pelas delegações”.
Já no decorrer da tarde, as discussões se voltaram para redução de armamentos, campanhas publicitárias de conscientização e intervenção aos problemas socioeconômicos africanos. Em relação ao acordo multilateral, no momento da assinatura, o The Washington Post estava presente, através de uma coletiva de imprensa, entrevistando os países signatários, que manifestaram o desejo de assegurar uma infância tranquila e segura para todos, sobretudo para as crianças que vivem em países que estão em situação de guerra.
No geral, a última sessão se voltou para a organização de documentos de trabalho e execução de uma proposta de resolução final que abrangesse – em sua maioria – as considerações das delegações contribuintes.

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